segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O ódio que senti...

Existem momentos em que o ódio nos invade com um furor terrível... Existem horas em que penso que vou explodir! Minhas veias incham em uma circunferência de rancor momentâneo. Penso em fazer coisas terríveis. Penso em concretizar os mais maléficos pensamentos que já tive, eu me torno um cego. Faço coisas por impulso, falo palavras sem pensar em momento algum. E depois de algum tempo esse maldito ódio passa. Penso nos motivos banais que me fizeram entrar naquele estado de cegueira... Penso em como, naqueles momentos, me distancio de meu criador, o quanto fui tolo em não controlar minha fúria, o quanto fui estulto em não ocultar à afronta. Hoje me arrependo profundamente de momentos como esse! Hoje a paz de meu senhor Jesus me libertou! Hoje seu amor me mantém vivo... Verdadeiramente vivo! Hoje eu só quero viver para exaltá-lo! Hoje minha visão não é mais coberta pelo ódio!

sábado, 22 de setembro de 2012

Noite Fria



Noite propícia
Onde estrelas no céu
Como que pérolas no veludo
Põem-se á dançar

Noite fria
Onde eternas melancolias
Tendem a passar
Pois quem realmente é eterno
Está neste lugar


Autor: Danilo Noberto

terça-feira, 11 de setembro de 2012

O jogo

 

A semelhança da vida com um jogo de xadrez é notável. Somos peças, lutando por ideais, planejando novas jogadas para não perder o jogo. Muitas vezes, encurralados, somos forçados a recuar por um objetivo maior, outras vezes somos forçados a se sacrificar por um objetivo, assim como no jogo de xadrez.
Umas peças teoricamente valem mais que outras, mas no fim do jogo vão todas pro mesmo lugar. Vemos que cada peça tinha sua função. Mas uma precisa da outra para poder sobressair, sendo assim, todas estão sujeitas ao erro.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

A casa dos sentimentos



Esperando o amor
Esperando a dor
Esperando, esperar
Algo a se amar

E no porão
Ficam guardados
Uns sentimentos
Desnecessários

Ódio, raiva
Inveja, rancor
Enfileirados,
Presos sem fulgor

E ali devem ficar
Pois o amor
Fica na sala de estar

Autor: Danilo Noberto

domingo, 9 de setembro de 2012

Quem vou ser hoje?


Fingir... Uma falha por si só. Fingir estar feliz, triste, amando, perdoando... Fingir é um defeito humano. Eu sempre tentei fingir ter emoções que não senti realmente. Quantas vezes eu estava triste mais fingi estar feliz. Quantas vezes estava irritado mais demonstrava calmaria. O fato é que sempre a verdade será melhor que qualquer mentira e, na minha opinião quem finge sentimentos está mentindo tanto para ela mesma quanto para quem está ao seu redor. Na minha opinião demonstrar raiva ou frustração sem magoar ninguém é um dom, e por isso poucos o fazem. Por isso a maioria das pessoas simplesmente finge estar feliz. 

Quando nos perguntam: "Tudo bem?" Respondemos "Sim"... Não importa o nosso estado naquele momento... Simplesmente falamos "sim". Falamos pelo fato de termos medo de responder as perguntas posteriores a "tudo bem?", falamos pelo fato de muitas vezes não termos paciência de responder tais pergnutas verdadeiramente. E isto é um erro que eu cometo...

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Momentos de escolha...

Sabe aquele momento em que você sabe o que fazer, mas não tem coragem de fazer? Pois é... Hoje ocorreram incontáveis momentos deste tipo. E o pior de tudo: Eu não fiz o que tinha de fazer! A covardia me prendeu... Sinto-me culpado, e ao mesmo tempo feliz. Feliz pelo fato de reparar que errei. Culpado pelo fato de ter errado.  

Talvez se eu tivesse feito outra escolha, não aprenderia a me prevenir contra certas situações. Nem sempre errar é sinônimo de fracasso total.