A humanidade vive sob a lei do “prazer aqui e agora”. Vários movimentos de libertação têm surgido nas últimas décadas. Nossos anseios e aflições fizeram de nós seres altamente insatisfeitos. Os movimentos são manifestações sinceras da não aceitação da cultura impositora que massacra os mais fracos e oprime as minorias.
Revolução pós-guerra, “hippies”, revolução estudantil, neo-anarquismo, liberação sexual e etc... são alguns desses gritos por mudanças e respostas. Numa sociedade falida e injusta, o que resta é descrença no sistema e nas instituições, gerando o individualismo como forma de sobrevivência. Muitos jovens têm o coração fechado para o evangelho porque têm no seu imaginário o exemplo da opressão da igreja católica romana em diversos séculos, conivente e participante da corrupção dos sistemas estabelecidos, e associam o cristianismo à imagem de igrejas tidas por eles como instituições falidas, contraditórias, desmerecedoras de crédito. É necessário dizer a esse mundo que Cristo está acima e é muito mais do que religião. É preciso mostrar que Cristo é a possibilidade, o exemplo e a consumação do perdão, da justiça, da paz e da salvação.
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