terça-feira, 16 de outubro de 2012

Vômito aéreo






A visão desregulada
Passa e solta
Nunca para
Prende, vem
Num ninho de desdéns

Gaivotas pousam
Dos bicos rolam
Ovos sem lei
Vomitados sem medo

Na utopia desmedrada
Gaivotas roubadas
Ficam e Voam
Em boca de pombos
Rombos espessos
Se fazem calombos
Em pulsos de gelo
Calúnia e esmero,
No ciclo do medo
No mundo dos berros
Na terra mais firme
Do vômito aéreo

Autor: Danilo Noberto

Um comentário:

Gessica Alvim disse...

Nossa que poema lindo ^^ gostei bastante!

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