Sons escabrosos cercam-me
E no centro de meu peito,
A moradia da insensatez momentânea
Veste-me mais uma vez
Quieta.
A primeira pessoa
De mim mesmo,
Tenta transpassar o humano
Que mora em nossa arrogância.
Com mãos de hipocrisia,
Contaminadas por palavras,
Tão grande cinismo,
Que na minha mente
Embaraça-se com seus peões altamente rotativos.
Confusão,
Redemoinho,
Noite,
E o saber de poucas coisas
Atingiram-me com a soberba de um mendigo.
Desarmando-me,
Sozinho?
Autor: Danilo Noberto
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