Tentando, entender memórias
Surgindo, pelos cubos
De uma mente, contraditória
Por um ouvido, absurdo
Pelos ares mais belos,
Dessas cavernas, cheias de eco
Onde os líricos laços de alegria
Põem-se a dançar
Onde as vorazes aves de rapina
Veem-se livres, pra voar
Divagando, no desespero
Desses lisonjeiros ornamentos
Recebidos, com afeto
Por tímidos livramentos,
Do dia a dia
Dos rumos dessa, ainda robusta vida
Talvez entendam, ali ou aqui
Que não é rebeldia!
É relembrar, parcialmente
O que já queria ter esquecido,
Totalmente...
Autor: Danilo Noberto
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