sábado, 29 de dezembro de 2012

Lembranças do bosque




Tentando, entender memórias
Surgindo, pelos cubos
De uma mente, contraditória
Por um ouvido, absurdo

Pelos ares mais belos,
Dessas cavernas, cheias de eco
Onde os líricos laços de alegria
Põem-se a dançar
Onde as vorazes aves de rapina
Veem-se livres, pra voar

Divagando, no desespero
Desses lisonjeiros ornamentos
Recebidos, com afeto
Por tímidos livramentos,
Do dia a dia
Dos rumos dessa, ainda robusta vida
Talvez entendam, ali ou aqui
Que não é rebeldia!
É relembrar, parcialmente
O que já queria ter esquecido,
Totalmente...

Autor: Danilo Noberto

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