Ao distanciar, desfaço-me
No refletir, agacho-me
No pensar, Fragmento-me
Ao respirar, vivo...
Guarde seus pesadelos
Tristezas, e desejos
Rótulos, e guardanapos
Tudo que você guarda
No submundo desses trapos
Imundos sóis dourados
Ridicularmente delicados...
Fazendo-nos de retardados
Nesse mar de desamparados
Imundas opiniões
Ridículas multidões
Idolatrias aos pavões...
Esses nada do nada
No fundo das ridículas asas
Se mordem com medo,
De suas hilariantes risadas
Autor: Danilo Noberto
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